sexta-feira, 20 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Acessibilidade para idosos é precária em São João
De acordo com o Censo/2010, São João del-Rei possui 976 pessoas com mais de 80 anos, a denominada 4ª idade. Esses cidadãos sofrem de doenças que dificultam a mobilidade e a autonomia. A cidade acessível, segundo definição do Estatuto do Idoso, é a que garante a toda sociedade a faculdade de ir, vir e estar nos locais públicos comunitários.
A pedagoga especialista em gerontologia, Maria José Cassiano de Oliveira, acredita que esse não é o caso de São João del-Rei. Para ela, o município não possui políticas de integração dos mais velhos. “A acessibilidade é um dos aspectos mais trágicos. Os idosos não têm como atravessar as ruas, pois os semáforos mudam muito rápido. Não há praças suficientes para convivência, as calçadas dificultam a caminhada e faltam banheiros públicos”, reclama a pedagoga.
A arquiteta e mestra em gerontologia, Adriana de Almeida Prado, aponta que as cidades precisam desenvolver
Dificuldades
São comuns a muitos cidadãos com mais de 80 anos os problemas com mobilidade e acesso a prédios públicos em São João. Nesse sentido, Maria Cristina Lima, de 80 anos, diz que enfrenta obstáculos diariamente. “Saio muito de casa, vou à missa todos os dias, pego ônibus. A pessoa mais idosa tem mais dificuldade, mas ainda conseguimos passear. Temos que ter muito cuidado, porque é muito perigoso, podemos cair e quebrar algum osso. Andar na rua é complicado, porque os carros não respeitam”, afirma Maria Lima.
Zeni Cordeiro, de 81 anos, comenta que ficou mais caseira com a idade. “Assisto à missa na televisão, não vou à igreja porque é muito longe da minha casa e não aguento andar muito. Ela também sente insegurança para atravessar as ruas e reclama da velocidade dos sinais. “Os carros não respeitam e eu desequilibro. Cismo que vou cair”, diz.
As cidades devem manter calçadas com piso estável, reto e com superfície antiderrapante, informa a arquiteta Adriana de Almeida. O que é um desafio para cidades históricas, com ruas estreitas e irregulares. A pedagoga Maria Cassiano conta que “as pessoas tropeçam muito nos paralelepípedos. As quedas para os idosos costumam a ser muito perigosas”
Transporte público
A circulação por transporte coletivo também não está totalmente adequada, afirma a gerontóloga. “Só que
Marcia Leila de Castro Pellegrinelli, de 81 anos, aponta que o mais difícil para os idosos é a ausência de um transporte coletivo específico. “Deveria ter um transporte para os idosos em cada bairro. Os espetáculos religiosos, por exemplo, a gente perde porque são à noite. E acrescenta: “Acho muito importante que a comunidade desenvolva alternativas e a Prefeitura deveria tem uma van”. Jandira Pereira Lima, de 90 anos, conta que os filhos a proibiram de andar de ônibus por precaução. “Eu ando para lá e para cá de carro, só ando a pé perto de casa”.
Espaços públicos
Os poderes Executivo e Legislativo não dão o exemplo. O prédio da Prefeitura tem dois andares. Uma escada íngreme é a única ligação entre eles e não há projeto de adequação para idosos e deficientes físicos. O edifício da administração, que centraliza as Secretarias mais importantes, também não possui elevador. “Vocês nem imaginam as dificuldades para os idosos irem aos espaços de representação reivindicar seus direitos, como a Câmara de Vereadores e a Prefeitura. O acesso é bem complicado, com escadas muito inclinadas, que impossibilitam a subida do idoso”, declara Maria Cassiano.
A assessoria de imprensa da Prefeitura afirmou que deve partir do Legislativo uma lei que obrigue os prédios municipais a terem opções de acessibilidade. O setor também se disponibilizou a fazer um levantamento dos prédios públicos que oferecem acessibilidade. Contudo, mais de uma semana após a requisição, não deu resposta. Apenas os prédios mais novos, como o Fórum, o Ministério Público e o Batalhão da Polícia Militar foram projetados de acordo com as necessidades dos idosos.
Concorrência pelo transporte público vai parar na Justiça
| Nilo da Silva Lima presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura |
| Ponto de ônibus da Estação Ferroviária |
A importância dos cuidados com a alimentação para a prevenção da obesidade
Atividade na escola Caminho do Sol com a laranja Foto: Ana Pessoa |
Altos preços marcam o setor imobiliário de São João del-Rei
Não existem muitas diferenças entre alugar um imóvel no centro de São João del-Rei ou em Ipanema, bairro nobre do Rio de Janeiro. Não quando o assunto é o preço. Um apartamento de três quartos no famoso bairro carioca pode ser alugado por menos de R$2300, enquanto que, no centro de São João del-Rei, o valor pode ser maior até para um imóvel com menos cômodos, chegando a R$ 2.500. O alto preço das moradias na cidade pode ser verificado em várias áreas, principalmente no centro e nos bairros próximos aos campi da UFSJ.

Outro motivo para o alto preço no setor imobiliário é que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), que regula os aluguéis, teve um salto em 2010 e só começou a baixar novamente no começo desse ano, como explicou Arlene Froés. Entretanto, segundo o proprietário da Del-Rei Imobiliária, Francisco Marcos Mendonça, o aluguel na cidade não está tão caro, já que o percentual varia de 0,5 a 0,6% sobre o valor total do imóvel. “Os imóveis da cidade são bem valorizados e o que cobramos ainda não atingiu um preço muito alto”, explica Mendonça.
A esteticista e moradora da cidade há vinte anos, Maria Auxiliadora Neves, discorda de Mendonça: “Não se encontra um bom apartamento por menos de R$1200. Esse valor é absurdo, considerando as condições dos imóveis”. Maria Auxiliadora afirma que procura há anos um apartamento melhor e não consegue encontrar devido à concorrência com os estudantes. “São João del-Rei é uma cidade pequena, não tem infra-estrutura para receber o número de estudantes que vem recebendo. Agora que estão começando a construir mais apartamentos com mais espaço, melhorar as ofertas”, explica.
O auxiliar de escritório da Imobiliária Líder, Anderson Luiz, afirma que muitas vezes os proprietários preferem alugar para estudantes, pois “podem colocar um preço maior pelo fato de que os estudantes dividem o aluguel e não se importam em pagar um pouco mais”.
A construção civil em SJDR
Não existem dados concretos do número de obras em andamento na cidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de São João del-Rei, Valdeci da Silva, muitas obras particulares não contam com o auxílio de construtoras e não possuem registro, o que dificulta a quantificação do número de construções. Entretanto, o presidente afirma que foi verificado um aumento considerável no setor, devido principalmente às construções de prédios da UFSJ, do novo fórum e de casas populares em alguns bairros da cidade.
Existem aproximadamente 20 construtoras na cidade. Porém, boa parte das obras do governo, que são a maioria, é feita por construtoras de outras cidades, que vencem licitações com maior facilidade que as locais. Isso faz com que o setor não gere tantos empregos em São João del-Rei, já que os trabalhadores vem dos municípios de origem da construtora.
Segundo o proprietário da são-joanense EA Construtora, Paulo César Ramos, a construção civil vive uma boa fase. “Os programas da Caixa abriram muitas facilidades. No momento temos três casas e três prédios em construção”, conta.
Moradora da cidade conta das dificuldades de ser vizinha de república:
Moradores da cidade contam suas dificuldades de alugar um imóvel:
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Frio X Exercícios
Por Karen Abreu e Natasha TerraPara você, inverno é época de ficar em casa, embaixo do cobertor, na frente da TV, saboreando deliciosas comidas quentes e... exercício físico, nem pensar? É praticamente uma afronta sair de casa, enfrentar ventania para... malhar?! Infelizmente, este é um mal necessário. Afinal, a atenção com a saúde deve durar o ano todo.
O professor de educação física, Raphael Gonzaga, chama atenção para o fato de que mais difícil do que enfrentar os dias frios,é retomar a rotina de exercícios depois de um tempo parado.
A frequentadora de academia, Carolina Gusmão, concorda com o instrutor e explica que pra deixar a preguiça de lado, pensa em todas as calorias que vai acumular se não sair de casa e malhar os músculos. Também diz que o início dos exercícios é mais complicado, entretanto, depois de pegar o ritmo, o frio é deixado de lado. E a academia vazia no inverno acaba sendo uma grande vantagem da estação.
A bióloga Cássia Luana de Faria Castro também é adepta da malhação mesmo no inverno. Diz que também pensa no ganho de peso causado pela falta dos exercícios e da perda do ritmo que ocorrerá caso ela pare de malhar, o que dificultaria a volta para os aparelhos.
Para deixar a preguiça de lado, Raphael aconselha a pensar em todo o esforço feito nos dias quentes e explica que o alongamento antes dos exercícios, no frio, são cruciais.

A nutricionista Adriana Ribeiro Abreu explica que, no inverno, o nosso organismo acelera mais o metabolismo e com isso há um aumento da necessidade calórica para manter a temperatura do corpo, por isso as pessoas têm mais vontade de comer alimentos quentes.
Mas Adriana adverte que não se deve abusar destes alimentos para evitar um aumento de peso. E alimentos como caldos e sopas de legumes, chás, legumes cozidos podem ser consumidos com moderação, pois aliviam a fome e aquecem o corpo. Além disso, é fundamental conciliar uma dieta equilibrada com a prática de exercícios físicos.
domingo, 15 de maio de 2011
Telefonia celular é campeã de reclamações no PROCON
Ana Luiza Fernandes e Mariele Velloso

O secretário do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (PROCON), Eduardo Henrique Gouvêa de Mendonça, relata que a maior parte dasreclamações encaminhadas à instituição são relativas a problemas com telefonia celular, não apenas às operadoras mas também aos aparelhos móveis. “Os aparelhos celulares vêm com muitos problemas, e a assistência técnica demora a consertar pela grande demanda.
Se o celular ficar um período acima de 30 dias na assistência técnica, o cliente tem direito a um novo aparelho. E é aí que há a confusão. “conta.

O assistente de administração, Eli Castanheira, conta que é a segunda vez que recorre ao PROCON. Desta vez, o motivo é uma cobrança indevida. “Da outra vez que estive aqui, eles resolveram meu problema depressa, cerca de
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Academia high-tech: aparelhos modernos buscam transformar o mínimo de esforço no máximo de resultado
Entre pesos e colchonetes, o aparelho conhecido como Elíptico ou Transport chama a atenção dos que gostam de aeróbica e é o preferido da dona-de-casa Lídia Oliveira: “fico menos cansada com ele, mas sinto que vale a pena”, afirma. O diferencial deste equipamento, segundo a personal trainer, Thaís Silva, é que ele oferece exercícios sem impacto: “Ele permite desde o alongamento a exercícios mais elaborados. São programas de resistência que trabalham os membros superiores e inferiores, além de ser também um ótimo exercício cardiovascular”. Essa é apenas uma das novidades que invadiram as academias nos últimos tempos e que levam cada vez mais pessoas a praticar exercícios.
Debaixo d`água
| Marcos Antônio Fernandes, professor de história, faz 15 minutos de eliptico diariamente |
Em São Tiago, jiu-jitsu forma campeões no esporte e na vida
| Além do esporte, Fábio fez do Jiu-jitsu um projeto social |
| Tobias foi campeão mineiro em 2010 |
